“Mas
ela queria estar por perto. Querer não era um verbo sinônimo de
pensei bem, refleti, pesei os prós e os contras e conclui que. Era
um verbo físico, não mental.
Era
um verbo que se conjugava com o estômago, com os músculos, com os
frios das mãos e o nó esquisito na parte inferior da garganta, não
com as ferramentas da sabedoria e da ponderação. Era um verbo que
acontecia no mercado negro das decisões conscientes.”
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